Cuidados que devem ser tomados com a pele após o emagrecimento
14 de maio de 2013
A pele é o maior órgão do corpo humano.
Responsável por envolver o corpo e denominar seu limite com o meio
externo, a derme corresponde a 16% do peso corporal e exerce diversas
funções necessárias para a sobrevivência do ser humano, como a regulação
térmica, a defesa orgânica, controle do fluxo sanguíneo, proteção
contra diversos agentes do meio ambiente e funções sensoriais – as
sensações de calor, frio, pressão, dor e tato. Logo, fica claro que a
pele é um órgão vital e, portanto, precisa de cuidados especiais para
que permaneça sempre bem cuidada e saudável.
Porém, questão que acontece com frequência é o fato de pessoas que perdem muito peso, seja com a ajuda da cirurgia
bariátrica ou por conta própria, e então ficam com um excesso de pele,
que se torna flácida. Essa pele em excesso, dependendo dos casos, pode
criar outras dificuldades, pois, além de ser um problema para a
autoestima da pessoa, que finalmente consegue atingir seu peso ideal,
mas se depara com esse “peso morto”, que é esteticamente prejudicial e
pode acarretar problemas de coluna na pessoa. E ainda existem outras
questões ligadas ao excesso de pele que podem impossibilitar o indivíduo
de ter uma vida comum, pois pode causar uma série de problemas de
saúde, como infecções bacteriana, fúngica e viral, que ocorrem devido à
dificuldade em manter as dobrinhas limpas e secas. Outro problema comum é
que o paciente não consegue praticar exercício físico.
Para resolver este problema de contorno corporal é possível contar com o auxílio da cirurgia plástica. “Existem
procedimentos seguros e eficazes para melhorar o contorno corporal.
Para escolher a opção mais certa em cada caso, o cirurgião plástico
precisa analisar dois fatores principais: as regiões que precisam ser
operadas e o grau de flacidez
da pele. Pois, por exemplo, existem pessoas que ao perderem quilos
ficam mais flácidas do que outras que eliminaram o dobro de peso”, afirma o cirurgião plástico Alderson Luiz Pacheco, da clínica Michelangelo, de Curitiba.
Segundo o médico, esta diferença entre o grau de flacidez é determinada por fatores genéticos e pelo estilo de vida de cada um. “Um
indivíduo que se cuidou a vida inteira, adotando um estilo de vida mais
saudável, com alimentação adequada, praticando esportes, controlando a
exposição ao sol e não fazendo uso do cigarro, tende a apresentar uma
pele melhor e, provavelmente, necessitará de intervenções de menor
porte”, explica o cirurgião graduado em medicina pela Universidade
Federal do Paraná e pós-graduado em Cirurgia Geral pelo Hospital de
Clínicas da UFPR.
Abdominoplastia
Após salientar que cada caso possuir sua
singularidade, Pacheco comenta que os procedimentos mais utilizados
quando o excesso de pele acontece na barriga são a miniabdominoplastia
ou a abdominoplastia. “A primeira é indicada para quem apresenta uma
protuberância na parte inferior do abdômen, causada por sobra de pele.
Para sua realização, o médico realiza uma incisão de 8 a 12 cm no púbis e
descola a pele, cortando o excesso e completando com a sutura”, explica Pacheco.
Já a abdominoplastia, segundo o especialista, é para indivíduos que sofrem com flacidez de pele e muscular em toda a barriga.
Também existem técnicas especiais para
aqueles que têm excesso de pele nas costas (torsoplastia), coxas
(lifting de coxas), nádegas (gluteoplastia), braços (braquioplastia) e
seios (mamoplastia).
FONTE: Planeta SercomTel
Fonte:http://www.magraemergente.com/cirurgia-plastica/cuidados-que-devem-ser-tomados-com-a-pele-apos-o-emagrecimento
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